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Existem pessoas com as quais você simpatiza assim que conhece, àquelas que antipatiza imediatamente sem motivo aparente, e as que lhe são indiferentes e você esquece 5 minutos depois de lhe terem sido apresentadas. Minha natureza prática, classifica assim: gostei, detestei, quem? Esta é uma definição simplista, típica de alguém que desconhece totalmente o universo ZEN, entendam por zen (zen entender nada), que só usa a intuição como forma de explicar a si mesma o porquê de determinadas coisas e ousa explicitar aqui seus pensamentos. Imagino que àquelas de quem gosto à primeira vista devam ter uma energia similar a minha, tipo, *teu santo bateu com o meu*, e pronto, não vejo necessidade de perder tempo tentando descobrir o porquê da empatia. As que não deixam marcas provavelmente não vieram ao mundo prá fazer parte do meu grupo, são de outra casta, nos cruzamos por acaso e também terminam aí minhas indagações, até porque, como disse, se apagam da minha memória. Mas as de quem não gosto de pronto, ou deixei de apreciar com o tempo por motivos quaisquer, estas tiram meu sono, porque tenho extrema dificuldade em fingir e muitas vezes me vejo obrigada a conviver por educação ou necessidade. Os que me conhecem dizem que não sei disfarçar, que de uma forma ou outra demonstro meu desconforto em relação à pessoa, inclusive aqui no mundo virtual. Na vida real é mais difícil fugir das regras de bem viver instituídas e nos violentamos muitas vezes em função delas, entretanto aqui, felizmente, temos como ignorar os que nos fazem mal, especialmente aqueles seres pesados, com uma carga negativa tão latente que sente-se mesmo através da tela a maldade iminente, mesmo quando travestida de palavras gentis. Justifico a aparição destas criaturas no meu caminho, assim: - Devo ter jogado pedra na cruz. A internet na minha vida é recreio e portanto me permito escolher com quem brincar.
nessa Gentile
Tenho observado nos últimos tempos que tanto eu quanto meus amigos *blogueiros* de uma forma tímida, meio que relutante temos nos mostrado mais nos Blogs. Aos poucos vamos deixando fluir o que está lá no fundinho, uma espécie de não querer..querendo..um tatear de sentimentos, um engatinhar ainda inseguro de emoções... Este espaço se tornou uma espécie de terapia pra mim, com a vantagem maravilhosa de não ter ônus algum... Sento frente a tela e libero meus anjos e demônios, eles lutam e ao vencedor dou o direito de guiar minhas mãos no teclado.... O resultado é sempre uma surpresa, em determinados momentos me desconheço, tal a espécie que me causam determinados textos. É sempre a nessa escrevendo, mas querem saber? às vezes, olho o que fiz e digo: - Olá! muito prazer... A função primeira do Blog é ser um Diário Virtual, nem sempre seguida, acho que como eu, muitos usam está página como uma exposição do outro lado, o de dentro, aquele que ninguém vê... Em vez de contar o que se passou conosco no trânsito por exemplo, falamos de coração, de alma, corações velhos e experientes passando sabedoria para almas juvenis e perdidas, jovens corações renovando almas anciãs... uma troca...um vai e vem de vivências, um aprendizado constante, o tentar entender o que não se explica, a razão da própria existência.
nessa Gentile
Educação é para poucos, você tem ou desconhece, caminha junto com a sensibilidade que é inerente ou então inexistente nas pessoas. Não é algo nato no ser humano, vêm de berço mesmo. Ainda lembro de minha mãe dizendo: *tira o braço da mesa menina*, *não se fale com a boca cheia ou *agradeça ao moço* , *cumprimente sua tia*, com o tempo, estas sugestões passam a fazer parte de sua conduta e você as usa naturalmente. Há que se ter educação em todos os níveis, mas vou restringir este universo às salas de chats. Por favor entendam que não tenho a pretensão de ditar regras, estipular posturas, menos ainda condenar quem quer que seja, faço um comentário acerca do que tenho observado, apenas isto. Assim como a voz, a palavra tem um tom, que é captado pelos olhos e você realmente *ouve* o som do que foi escrito. A letra maiúscula tem a função exclusiva de dar ênfase, destacar algo que você considere importante e pretenda que seu destinatário perceba. Mas se a usa indiscriminadamente, ou seja, só escreve assim, a impressão que passa é de que está falando muito alto, vários tons acima dos que estão conversando com você, ou apenas ocupando o mesmo espaço. Pra alguns talvez passe despercebida sua gritaria, mas acho que a maioria, assim como eu, sente-se incomodada com esta imposição, esta agressão visual desnecessária. A menos que seja sua intenção chamar a atenção o tempo todo e correr o risco de tornar-se desagradável, use a letra maiúscula de forma correta, existem inúmeras maneiras de captar o interesse alheio e gritar com certeza não é a mais adequada, tão pouco a mais educada. Educação não ocupa espaço, você sim, se não a tiver e de forma indevida.
nessa Gentile
A palavra já diz, pré-conceito, estabelecer antecipadamente juízo sobre algo. Por natureza convencionamos opiniões e quando situações relativas a estes fatos se proporcionam automaticamente classificamos, normalmente sem ponderação.Como disse no título, existem coisas que não entendo sobre preconceito, então quero justamente ponderar a respeito, trocando idéias com vocês. Semana passada visitei meu amigo Paulinho, cadeirante, (a referência é em função do tema) que dissertava sobre uma reportagem que assistira sobre deficientes físicos e o mercado de trabalho, onde a gerente de recursos humanos de uma grande empresa havia dito: "Trabalhar com surdo-mudo é adequado, sobretudo em lugares, onde exista muito barulho." Confessando minha ignorância perguntei a ele que mal poderia haver nisso, e se não seria uma forma que a sociedade ainda engatinhando neste sentido teria encontrado de transformar nossos defeitos de fabricação em qualidades, e acrescentei que todos os temos, e como os temos. Voltei alguns dias depois pra ver se minha pergunta havia sido respondida, e necas de pitibiribas.Dai fiquei pensando, ou a pergunta foi muito idiota e não merecia resposta, ou o Paulinho não se manifestou por não fazer mesmo o gênero blogueiro interativo. Então li os comentários subsequentes ao meu (fui a primeira), pra saber das outras opiniões, Mariazinha, ficou na dúvida depois de ler o que eu escrevera, Tchela (que soube também é cadeirante), só a conheço de vista através do blog do Toguzinho, classificou a funcionária de estúpida, e uma outra moça que também assistira a reportagem, de nome Mariá, disse que não interpretara da mesma forma que Paulinho e Tchela o que a gerente havia dito, que não levara a mal o que escutara, justificando que talvez estivéssemos tão acostumados a pensar assim que terminássemos por considerar normal. Eu não sou insensível, pelo contrário, tenho a sensibilidade tão aflorada que muitas vezes adoeço (literalmente) por problemas alheios, e sinceramente não vejo problema algum em se adequar pessoas à determinadas profissões, de acordo com suas condições físicas e intelectuais. Todos somos selecionados quando buscamos trabalho, não se trata de limitar aptidões, abortar carreiras, ou discriminar este ou aquele, trata-se de dar trabalho a quem precisa e num País como o nosso quem tem emprego que levante as mãos pro céu e agradeça, seja ele quem for e como for, porque esta é a nossa realidade. É certo que a sociedade ainda busca caminhos, estamos em fase de aprendizado, mas é público e notório o avanço que temos feito neste sentido, aplaudido inclusive pelos chamados *deficientes*. O que tenho lido de uma maneira geral e agora não me referindo ao texto do Paulinho, é que os que se julgam discriminados por preconceitos e se manifestam veementemente contra este tipo de tratamento, incoerentemente, buscam protecionismo, como a garantia de vagas para negros em Universidades por exemplo, mas isto é assunto pra outro post... E vocês? O que pensam sobre este assunto?
nessa Gentile
Tenho assistido aos programas "A grande família" e " Os normais" toda quinta e sexta-feira respectivamente e dado muitas risadas! A nova abertura do primeiro ficou incrível, especialmente pra mim que adoro animações gráficas! Os atores são perfeitos e os textos um primor de genialidade, as situações criadas, na maioria das vezes estéreotipadas, nos remetem a situações já vividas, ou no mínimo nos fazem pensar...e se fosse comigo, como eu reagiria...? Fala a verdade! Não dá vontade de fazer parte daquela família maluca as vezes? Viver naquele caos organizado? Ou então ser a Vani em outras, e deixar vir à tona todas as nossas reuroses tão bem escondidas? Fico imaginando, uma visita dos normais à grande familia, já imaginaram? Acho que vou escrever pra Globo sugerindo...que tal??
nessa Gentile
Assisti no Jornal Nacional, meninas cegas dançando Balet clássico para um grupo de bailarinos da Dinamarca. Mais do que a beleza daqueles pezinhos flutuando sem medo pelo palco, o que me chamou à atenção foi a expressão facial do grupo de dança (adultos e plenos de bons olhos) que na platéia assistia ao espetáculo. Estavam literalmente boquiabertos, absolutamente impressionados com o que viam. A impressão que tive é de que se perguntavam, como é possível? Então lembrei que as escolas de dança são cheias de espelhos, com a função de fazer *ver* ao dançarino os movimentos de seu corpo e assim eventualmente corrigir o que não está correto com a ajuda do professor. Só que àquelas meninas que a frente deles executavam movimentos perfeitos, jamais viram seu reflexo já que a vida lhes negou um dos 5 sentidos. Se para leigos já é incrível tal proeza, imaginem para eles, profissionais dedicados, mais do que ninguém concientes das dificuldades inerentes à profissão, centenas de vezes potencializada caso não dispusessem da benção maravilhosa da visão. Acredito que aqueles dinamarqueses sairam do teatro côncios de que o mais importante de tudo é possuir um único sentido, o de *ser* humano, a capacidade que temos de transformar adversidades em magia e encantamento.
nessa Gentile
Ao ver a cena do torcedor corintiano literalmente cravado na grade do Estádio, fiquei imaginando o que leva o ser humano a arriscar sua vida desta forma. Soube que perdeu o baço, sei lá pra que serve este orgão, mas se está dentro de nós, alguma função relevante deve ter..., ou não?? Será que no instante do ato ele pensou nos riscos que corria, raciocinou antes de cometer tal imprudência e ainda assim foi em frente...., ou não? Podia ter morrido, mas felizmente entre " mortos e feridos"... foi-se o tal do baço....,que eu continuo sem saber pra que serve, além de atrapalhar textos já que a idéia inicial era falar sobre paixão, este poderoso e incontrolável sentimento que nos faz cometer verdadeiras insanidades. Perdi o clima, culpa do baço, se ainda rimasse com paixão, mas que nada, só o que fez foi tirar minha inspiração!
nessa Gentile
Dizem que Jorge Lafond, O Vera verão, morreu de tristeza! Logo que escutei a noticia, o motivo ou suposto motivo, me fez pensar..., morrer de tristeza ? Fiquei imaginando o Atestato de óbito, por certo não colocaram lá: Causa da morte: - tristeza. E aí, aquele lado direito( e esquerdo), de capricorniana entrou em ação... Que absurdo estão dizendo, se morre por atropelamento, ataque cardiaco, aneurismas, .....etc!!! Isto ficou feito ping e pong na minha cabeça, ia e vinha, sempre acontece quando algo não bate bem pra mim! É claro que se morre de tristeza, desgosto, desilusão e até alegria, na verdade se dá o inverso, um sentimento seja ele qual for e o impacto que causa dentro de nós, é que proporciona à medicina o nome da morte. Então o * nome da morte * de Jorge Lafond , foi parada respiratória, mas foi de tristeza que ele desistiu de respirar.......
nessa Gentile
...e finalmente São Suplício, dai-me paciência e sabedoria para abrir embalagens. Amém! Não sei vocês, mas travo verdadeiras batalhas com determinadas embalagens, me refiro principalmente àquelas de produtos comestíveis, vendidas em Super Mercados, mas existem outras categorias que me massacram igualmente.. Algumas deveriam vir com manual de instruções, porque são sem exagero pegadinhas do tipo, *adivinhe como abrir*, e deixam os incautos e desprovidos de QI suficiente, como eu, enlouquecidos. Não vou mentir, já assassinei várias, o Jack perto de mim nestas horas morreria de inveja. Algumas foram esfaqueadas, outras marteladas, houve arremesso a distância, sem contar as que mordi e matei literalmente a dentadas. Confesso!! Sou uma serial killer de embalagens, e caso vocês me denunciem e eu seja julgada por tais crimes, alegarei insanidade temporária, porque toda minha civilidade vai pro espaço nestes momentos. Os caras que inventam estas caixinhas, pacotinhos e latinhas só podem ser masoquistas, fico imaginando o ar de satisfação dos miseráveis ao bolar as malditas, podem me chamar de paranóica, mas tenho quase certeza que na hora da criação eles pensam em mim, diria até que se reúnem pra combinar as diversas maneiras de como enlouquecer uma pulg@. Valei-me São Suplício!
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Final de ano a gente meio que se abre pra balanço, faz como que uma auditoria dos meses passados e planeja as famosas resoluções para o próximo período. Estas proposições, na maioria das vezes funcionam como as dietas, sempre haverá uma segunda-feira e portanto vamos empurrando pra frente, o que deveríamos ter feito lá atrás e lá se vão os 12 meses e tudo continua como sempre foi. Como sonhar não custa nada, sempre tenho a sensação de que naqueles dez segundos finais, antes da virada do ano, quando iniciamos a contagem regressiva a Humanidade pelo menos em pensamento, transforma o Planeta Terra em Paraíso. A energia daquele momento é de um mundo menos egoísta, mais solidário, e tenho pra mim que é nesta palavra, SOLIDARIEDADE, que tudo se resume. Com este espírito atuando dentro de nós, os sete pecados capitais, IRA, SOBERBA, PREGUIÇA, AVAREZA, LUXÚRIA, INVEJA E GULA, deixariam de existir. Porque a ira nos cega, assim não enxergamos o próximo e nem a nós mesmos, da mesma forma a soberba, olhamos só para o alto e esquecemos outros planos, na avareza só o que conta é o que podemos amealhar em benefício próprio, igualmente na luxúria, quando buscamos individualmente o prazer maior, ou na gula, quando novamente o que vale é a satisfação pessoal, e finalmente a inveja, que dispensa comentários. Se pudéssemos nos congelar naquele segundo final, antes da frase: FELIZ ANO NOVO quando os corações estão repletos de amor, teríamos um mundo perfeito. Quem sabe, como eu disse, sonhar não custa nada...
nessa Gentile
Outro dia li que um homem encenou seu velório, só para saber como seria, eu pretendia postar aqui a matéria, mas esqueci. O que me lembra àquela frase, dita por não sei quem.... * Li não sei onde e dou de graça pra vocês *. Minha memória anda prejudicada, acho que estou sofrendo de overdose de informações, sou uma leitora compulsiva, e não seletiva, tendo letrinhas, vale até bula de remédio. Sabe-se lá não é? De repente num papo social alguém cita um remédio famoso, preciso estar informada. Mas voltando ao morto vivo, digo, ao vivo que queria saber como seria estar morto. Tem gente muito maluca neste mundo de teu Deus, o homem contratou funerária, distribuiu convites, e ficou lá, deitadão no caixão, só curtindo o ritual. Curtindo? Fiquei pensando, mas é tonto mesmo, garanto que a maioria do pessoal que participou do ensaio, não volta quando ele realmente bater as botas. Sim, porque um velório já é tortura, ir a dois, e da mesma pessoa!! Ninguém merece. Eu não iria. Verdade! Dava por encerrada minha obrigação ali mesmo. Obrigação, porque excetuando-se os papa defuntos, existem, eu conheço alguns, a maioria comparece compulsoriamente, não pode haver programa pior. E já que o assunto é fúnebre, minha população familiar está devidamente orientada, *se* chegar minha hora, (digo, *se* porque ela está cada vez mais distante, já que fiz contato com o Conde Drácula e ele mostrou-se seriamente interessado no meu pescocinho), não quero exposição ao público. Meu sarcófago(?) se manterá fechado, do inicio ao fim da cerimônia, e quem se atrever a espiar, palavra que volto para puxar os pés!
nessa Gentile
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